Monitores para campos de férias precisam-se! Segunda-feira, Abr 30 2007 

A APAI – Associação Portuguesa de Aprendizagem Intercultural, precisa de monitores/monitoras para enquadrar dois campos de férias fechados, em Portugal.
O primeiro período decorre de 1 a 15 de Agosto de 2006 e o segundo de 16 a 31 de Agosto. As inscrições deverão fazer-se até 12 de Julho.

Com a APAI, cujo director-geral é um antigo escuteiro do CNE, têm colaborado muitos escuteiros da nossa associação; pode ser agora a tua vez.

Esta actividade é remunerada e inclui alojamento e alimentação. Contacta a APAI e pede mais informações, se a oportunidade te interessa.

Aqui ficam os contactos:
APAI – Rua Wanda Ramos, lote 13-lojas (às Olais), Lisboa.
Telefones: 21 847 91 04, 96 129 56 04, 91 289 38 58.
E-mail: geral@apai-pt.org
Site: www.apai-pt.org

VAMOS RENOVAR A NOSSA PROMESSA! Segunda-feira, Abr 30 2007 

Esta a eu a dar a minha vista de olhos semanal pelos “sites” do escutismo quando logo na página inicial do sítio da FNA deparei com uma sugestão que será, com toda a certeza, um enorme desafio, quer institucional, quer espiritual, para todos nós:

VAMOS RENOVAR A NOSSA PROMESSA!

A organização Mundial do Escutismo convida todos os actuais e “antigos” escuteiros a renovarem a sua Promessa às 8h do dia 1 de Agosto de 2007, numa cerimónia pública, na comunidade, numa praça, num local visível, em simultâneo com Idanha-a-nova (Acanac CNE), Brownsea (Jamboree Mundial) e Hyllands Park (Inglaterra).

Vamos a isso?!
Fico a aguardar os vossos comentários e sugestões!

Uma grande canhota,

Leão Tecnológico

Centenário do Escutismo – Nota Pastoral Segunda-feira, Abr 30 2007 

A propósito do Centenário do Escutismo, a Conferência Episcopal Portuguesa, publicou uma nota pastoral sobre o “Escutismo no centenário da sua fundação”.

O documento reflete todo o agradecimento que a Conferência Espicopal Portuguesa dá ao Escutismo “(…) por tantos benefícios que trouxe aos milhões de jovens que passaram pelas suas organizações, pelo contributo que deu e continua a dar à fraternidade e à paz entre os povos e à dimensão religiosa que desenvolve. (…)”

Faz o download aqui para leres o documento na integra.

Alteração de Datas Segunda-feira, Abr 30 2007 

A nossa actividade marcada para o dia 20 de Maio, mudou de data!

Assim, e para termos na nossa presença todos os nossos irmãos fraternos, a 3ª reunião plenária do nosso núcleo passou para o dia 03 de Junho.
Como é do conhecimento de todos, a hora e o local ainda estão por designar pelo que todas as sugestões são bem vindas.

Até lá, uma forte canhota para todos e Boa Caça!

Leão Tecnológico

Servir a pessoa e a sociedade: Um caminho de santidade Segunda-feira, Abr 30 2007 

Este texto, que foi extraído de uma reflexão da Comissão Nacional Justiça e Paz na Quaresma de 2007, intitulado “ESPAÇOS DE LIBERDADE PARA A TRANSFORMAÇÃO DO MUNDO”, serviu como texto introdutório e de reflexão para a nossa 2ª reuinão plenária de núcleo:

Seria bom que cada cristão e cada cristã, pessoalmente e em comunidade, pusesse em prática a exortação do Papa Paulo VI:

“que cada um procure examinar-se para ver o que é que já fez até agora e aquilo que deveria fazer. Não basta recordar os princípios, afirmar as intenções, fazer notar as injustiças gritantes e proferir denúncias proféticas, estas palavras ficarão sem efeito real se não forem acompanhadas, para cada um em particu-lar, de uma tomada de consciência mais viva da sua responsabilidade e de uma acção efectiva. É por demais fácil alijar sobre os outros a responsabilidade das injustiças se se não dá conta ao mesmo tempo de como se tem parte nelas e de como a conversão pessoal é algo necessário, primeiro que tudo o mais.[Paulo VI (1967), Octogesima Adveniens, nº 48.]”

É uma tarefa que exige reflexão e maior responsabiliza-ção por parte de todos os actores sociais. É que todos somos responsáveis por um desenvolvimento humano e sustentável.
Impõe-se por isso que todos nós nos interroguemos sobre o projecto de sociedade que estamos a construir, pela nossa acção e pela nossa inércia, e sobre aquele que desejamos viabilizar no futuro. Em particular, como cristãos, devemos empenhar-nos em procurar respostas para as seguintes interrogações:

- Como podemos tornar possível, na nossa sociedade, uma visão da pessoa humana criada à imagem e semelhança de Deus e, por isso, capaz de amar e criar espaços de fraternidade, de liberdade, de justiça e de paz?

- Como constituir comunidades que se mantenham atentas ao concreto da vida das  pessoas, nomeada-mente aos dramas das pessoas marginalizadas e excluídas e se mostrem empenhadas em procurar caminhos de superação das causas, próximas e remotas, dos processos de exclusão?

- Como fomentar, nas paróquias e nos movimentos cristãos, a exigência de que se tornem sinais de Deus e da sua promessa de salvação?

- Como ser sinal de fraternidade e partilha nos vários ambientes em que nos movemos?

- Como viver a hospitalidade, o acolhimento do estran-geiro e o cuidado?

- Como não deixar esmorecer a esperança ou enfraque-cer o esforço da procura de sentido, de novos caminhos de vida, e de modos alternativos de organização socio-económica?