O Hino da Fellowship (ISGF) Quarta-feira, Dez 17 2008 

Em 1996, durante a 21.ª Conferência Mundial em Montegrotto, Itália, esta canção foi adoptada como o Hino da ISGF. Foi originalmente composta e escrita pela Sr.ª Sheena Prince da Austrália que venceu o concurso da canção. Esta versão é cantada por rapazes Escuteiros e Escuteiros Adultos de Saint-Jean Berchmansgroup de Ninove, Bélgica.

A canção da Fellowship

O Hino da Fellowship


Quarta-feira, Dez 17 2008 

Caros Fraternos

Deixem-me dar-vos algumas notícias.

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BAR – O PRIMEIRO DIA
Abrimos o Bar cerca das 10h. Ainda fizemos uma meia dúzia de testes à máquina: Café Normal, Café Curto ou Café Cheio. Com chávena aquecida e tudo. (A propósito. Georgina, a tua cafeteira já funciona outra vez.)

Depois até por volta das 13h fomos tirando um café ou outro. A partir daí, devemos ter estado uma 1/2 hora, ou talvez mais, a tirar em contínuo cafés. Eu à máquina, a Ana Maria e a Patrícia a atenderem, a distribuirem os cafés e a fazerem os trocos – continuam a duvidar da minha capacidade de fazer trocos; não percebo porquê!
De 14 em 14 cafés há que restabelecer níveis de água e café e deitar fora as borras e as água residuais.

Sem termos nada combinado antes, cada um “encaixou-se” no que tinha a fazer e isso permitiu que tudo corresse sem “stress”. Até águas, cariocas de café e chás servimos.

Valeu-nos também ter uma Senhora, a D.ª Laura que se disponibilizou para ir lavando e limpando a loiça. O que foi óptimo.

Por lá almoçamos a convite do Padre Traquina, aproveitando o almoço partilhado que os Carismáticos trouxeram.

A Patrícia entretanto teve que se ir embora, mas mais tarde acompanhou-nos a Georgina.

Ficamos até ao fim, por volta das 19h.

Só de cafés, tiramos mais de 100. Juntando a estes os que se serviram para testes, gastamos o primeiro pacote de Kilo.

Penso que foi uma boa inauguração do Bar. Julgo que as pessoas foram bem servidas.

Agradecemos ao Padre Traquina esta experiência.

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INVESTIDURAS

Com sabem as investiduras serão no próximo dia 13, durante a celebração das 19h.
Creio que está tudo encaminhado. Qualquer dúvida – textos, fardas, cerimonial -, telefonem-me.
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JANTAR DE NATAL DO NÚCLEO
A Georgina em conversa com o “David da Buraca” recebeu deste a oferta do jantar com a condição de darmos um valor a esse jantar e entregar-mo-lo à Paróquia para os pobres ou outro fim.
Que valor? Que propõem?
Já agora, pergunto à Georgina: – Há alguma hipótese de o “David” trazer o jantar à Paróquia às 20:30h?

O arranjo das mesas está bem entregue. Está a cargo da Teresa e da Georgina.

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A TERMINAR
-A Ana Maria esteve à tarde, na sexta e no sábado, nos preparativos finais para a inauguração do Salão e do Bar;
-No passado sábado, 29-Nov, eu, a Patrícia e a Teresa Granchinho estivemos na missão do Banco Alimentar no “Pingo Doce” da Venda Nova;
-Lembro ainda que eu e a Ana Maria estaremos no próximo dia 5, no Jantar de Natal da Região no Núcleo de Algueirão.

Meus amigos, é tudo, por agora.

Uma Forte Canhota para os fraternos e Saudações Fraternas para os vossos familiares,

José António

Papa reconhece milagre do Beato Nuno de Santa Maria Sexta-feira, Jul 4 2008 

Caminho para a Canonização está completo

Beato Nuno de Santa Maria

Bento XVI abriu hoje as portas à Canonização do Beato Nuno Álvares Pereira, ao autorizar a promulgação de dois decretos que reconhecem um milagre atribuído ao futuro Santo português e as suas virtudes heróicas.

Os decretos foram tornados públicos esta Quinta-feira pela Sala de imprensa da Santa Sé, após uma audiência concedida pelo Papa ao Cardeal José Saraiva Martins, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos.

O Beato Nuno de Santa Maria (1360-1431) foi beatificado em 1918 pelo papa Bento XV, e nos últimos anos, a Ordem do Carmo (onde ingressou em 1422), em conjunto com o Patriarcado de Lisboa, decidiram retomar a defesa da causa da canonização. A sua memória litúrgica celebra-se, actualmente, no dia 6 de Novembro.

O processo de canonização do Beato Nuno de Santa Maria, D. Nuno Álvares Pereira, foi reaberto no dia 13 de Julho de 2004, nas ruínas do Convento do Carmo, em Lisboa, com a sessão solene presidida por D. José Policarpo.

A cura milagrosa reconhecida pelo Vaticano foi relatada por Guilhermina de Jesus, uma sexagenária natural de Vila Franca de Xira, que sofreu lesões no olho esquerdo por ter sido atingida com salpicos de óleo a ferver quando estava a fritar peixe.

A cura de Guilhermina de Jesus, depois de ter pedido a intervenção do Santo Condestável, foi observada por diversos médicos em Portugal e foi analisada por uma equipa de cinco médicos e teólogos em Roma, que a consideraram miraculosa.

A história deste processo já poderia ter conhecido o seu epílogo quando, em 1947, o papa Pio XII se manifestou interessado em canonizar o Beato português por decreto. O estado de uma Europa destruída pela II Guerra Mundial fez, porém, com que a Igreja portuguesa recusasse este motivo de festa.

Trabalhos levados a cabo pelos Cardeais Patriarcas de Lisboa D. José III (1883-1907) e D. António I (1907-1929), secundados pela Ordem do Carmo, culminaram com o Decreto da Congregação dos Ritos “Clementissimus Deus” de 15 de Janeiro de 1918, ratificado e aprovado pelo Papa Bento XV em 23 do mesmo mês e ano. Esses trabalhos, retomados pelo Episcopado Português, culminaram com a já referida permissão de Pio XII para que o processo da canonização prosseguisse.

Processos de canonização

As canonizações tornaram-se exclusividade do Papa por decisão de Gregório IX em 1234. No decorrer do século XVI começou-se a distinguir entre “beatificação”, isto é, o reconhecimento da santidade de uma pessoa com culto em âmbito local e “canonização”, o reconhecimento da santidade com a prática do culto universal, para toda a Igreja. Também a beatificação se tornou uma prerrogativa da Santa Sé, e o primeiro acto deste tipo refere-se ao papa Alexandre VII em 1662 na beatificação de Francisco de Sales.

Hoje em dia todas estas normas encontram-se na constituição apostólica Divinus perfectionis Magister (25 de Janeiro de 1983) de João Paulo II e nas normas traçadas pela Congregação para as Causas dos Santos. Nelas foi operada a reforma mais radical dos processos de Canonização desde os decretos de Urbano VIII,

com o objectivo de obter simplicidade, rapidez, colegialidade e eficácia.

A tramitação do processo de santidade de um católico morto com fama de santo passa por etapas bem distintas. Cinco anos após a sua morte, qualquer católico ou grupo de fiéis pode iniciar o processo, através de um postulador, constituído mediante mandato de procuração e aprovado pelo bispo local.

Juntam-se os testemunhos e pede-se a permissão à Santa Sé. Quando se consegue esta permissão, procede-se ao exame detalhado dos relatos das testemunhas, a fim de apurar de que forma a pessoa em questão exercitou a heroicidade das virtudes cristãs.

Aos bispos diocesanos compete o direito de investigar acerca da vida, virtudes ou martírio e fama de santidade ou de martírio, milagres aduzidos, e ainda, se for o caso, do culto antigo do Servo de Deus, cuja canonização se pede.

Este levantamento de informações é enviado à Santa Sé. Se o exame dos documentos é positivo, o “servo de Deus” é proclamado “venerável”.

A segunda etapa do processo consiste no exame dos milagres atribuídos à intercessão do “venerável”. Se um deste milagres é considerado autêntico, o “venerável” é considerado “beato”.

Quando após a beatificação se verifica um outro milagre devidamente reconhecido, então o beato é proclamado “santo”, como acontecerá com D. Nuno Álvares Pereira.

Agência Ecclesia | Nacional | Octávio Carmo| 03/07/2008 | 13:12 | 4426 Caracteres | 357 | Carmelitas

Rally Paper de 01.Junho.2008 – Resultados Sábado, Jun 14 2008 

O Rally Paper da Paróquia de Nossa Senhora do Amparo de Benfica, organizado pelo núcleo de Benfica da Fraternidade de Nuno Álvares realizou-se no passado dia 1 de Junho.

Inscreveram-se apenas 9 equipas compostas por 28 pessoas que tiveram a iniciativa de se juntar a este projecto de solidariedade.

Atingiu, entre donativos e inscrições, o valor de 483 euros dos quais 207 foram para as despesas com o almoço.

Contámos ainda com os seguintes patrocínios:

EXTERNATO MARISTA DE LISBOA – com a cedência do espaço para a chegada das equipas após a prova e para a realização do almoço;

COMPAL – com o fornecimento das bebidas dos mais diversos sabores para acompanhar o almoço;

STIMULI/UNISBEN – UNIVERSIDADE INTERGERACIONAL DE BENFICA – que ofereceu para o 1º prémio uma colecção de 5 livros sobre Grandes Museus de Amesterdão, Londres, Prado, Vaticano e Washington;

Sr. MORAIS FERREIRA – que ofereceu para o 2º e 3º prémios 2 pratos de porcelana da colecção Atral/Cipan;

PANIFICADORA – que forneceu gratuitamente 120 carcaças;

MARTA CASTANHEIRA – que executou o cartaz de promoção do Rally Paper;

LST – LISTOGRAFIA, SERIGRAFIA E TIPOGRAFIA – que fez a impressão dos 500 cartazes atrás referidos.

Não podemos esquecer a prestimosa ajuda do Ricardo Oliveira e do Gonçalo Abreu, antigos escuteiros do Agrupamento 57 do CNE que ofereceram cada um uma manhã de domingo para testar a Carta de Prova.

Salientamos igualmente a promoção do Rally no Blog dos Antigos Escuteiros do Corpo Nacional de Escutas (http://antigos-escuteiros.blogs.sapo.pt/8502.html)

Não quero esquecer a pronta disponibilidade de Ricardo Vieira da COMPANHIA ALFORGE, antigo escuteiro do CNE, em Oeiras, e que se prontificou com algumas músicas e a indicação de outras que serviram de fundo musical durante o almoço. 

É de realçar a colaboração do serviço de recepção da Paróquia de N.ª Sr.ª do Amparo de Benfica no acolhimento das inscrições e também o apoio à promoção da actividade efectuada pelos vários movimentos paroquiais, realçando-se os Escuteiros do Agrup. 57, a Catequese, os Acólitos e os Jovens Sem Fronteiras.

Houve ainda muitos paroquianos que pessoalmente se preocuparam em saber como iam a chegada das inscrições.

A todos os que participaram ou colaboraram directa ou indirectamente, vai o nosso muito obrigado.

Para matar saudades aos que participaram nesta actividade e para os que se interessaram e colaboraram com ela, aproveitem para ver alguns momentos do dia em

http://picasaweb.google.com/fna.benfica

A todos um bem-haja e até à próxima actividade.

As nossa melhores saudações escutistas,

A Fraternidade de Nuno Álvares – Núcleo de Benfica

Biocombustíveis podem agravar crise alimentar Sexta-feira, Jun 6 2008 

Religiosos seguem com atenção a cimeira da FAO e lembram direito à alimentação dos países mais pobres

BiocombustivelA solução dos biocombustíveis para fins energéticos é uma falsa questão e vai desencadear um novo problema. Esta visão é do Pe. José Augusto Leitão, da Rede África-Europa Fé e Justiça que alerta que os países mais pobres, em especial no continente africano.

Em Abril, a Rede África-Europa Fé e Justiça – AEFJN lançou uma campanha que visa alertar para os riscos da aposta nos biocombustíveis sobre as populações mais pobres, frisando que a nova política energética europeia pode colocar em causa “o direito à alimentação dos africanos e dos países mais pobres”.

Numa conjectura em que a Europa discute uma nova política energética, a campanha visa sensibilizar as instituições comunitárias para a necessidade de modificar a actual proposta de directiva da UE sobre política energética.

O primeiro objectivo da campanha visa uma reflexão sobre a exigência de alcançar uma percentagem de 10% de biocombustíveis até 2020.

O Pe. José Augusto Leitão indica que “se forem obrigatórios a Europa não tem capacidade de introduzir estes 10% a partir de produtos agrícolas” o que “vai obrigar a procurar terras e outros lugares onde produzir estes biocombustíveis”.

A Rede manifesta a preocupação de África ser incapaz de negociar o arrendamento ou a exploração destes produtos.

As empresas ao procurar o lucro, “irão à procura de terrenos férteis perto de infra-estruturas e até terrenos que estão a ser utilizados para a agricultura. As populações podem ficar com poucos terrenos para cultivar e podem passar a cultivar em exclusivo alimentos para exportação. Os alimentos básicos irão faltar ou encarecer substancialmente”, alerta o sacerdote.

“A monocultura vai perturbar a biodiversidade e dificultar o acesso à água”, vaticina.

A AEFJN pediu uma moratória para que o continente africano possa assumir a entrada neste negócio “sem a falta de géneros alimentares nem de alimentos básicos”.

Esta situação vai ainda “acentuar das diferenças entre países do Norte e do Sul”. O Pe. José Augusto Leitão explica que este cenário impede o efectivar de um dos Objectivos do Milénio, nomeadamente a luta contra a fome. “Aumenta o número de pessoas que estão a viver em situação de miséria”.

Crise anunciada

O sacerdote indica que este cenário de crise alimentar já “estaria prevista”. No entanto o aumento do petróleo e a especulação, a crise imobiliária e as alterações climáticas são factores que colocam os géneros alimentares como fonte de negócio.

Durão Barroso colocou uma sondagem no site da Comissão Europeia para saber se a União Europeia deve continuar ou não com o objectivo obrigatório dos 10% de biocombustíveis para os transportes. O Pe. José Augusto Leitão indica que 88% dos votantes se manifestaram contra esta medida.

“A sociedade civil deve ter um papel interventivo nesta conjectura, mas deve primeiro ser informada do que está a acontecer, e não apenas das políticas”, sublinha.

O Pe. José Augusto Leitão aponta falta de informação e denuncia a intenção do governo português de ser a favor dos 10% de biocombustíveis para além de querer antecipar em 10 anos o prazo para o seu estabelecimento. “Algumas fábricas que estavam a produzir, tiveram de fechar por falta de matéria-prima”.

O problema situa-se nas políticas que podem resolver o problema energético. “É um problema que precisa de solução, mas de forma sustentada”, indica. O ambiente e a segurança ambiental “são questões essenciais”.

O sacerdote aponta “precipitação” ao governo português e “lobbies muito fortes, nomeadamente do Brasil”. O país sul-americano é um dos defensores do etanol e dos biocombustíveis, apesar de estar “já a sofrer consequências em larga escala das monoculturas”.

As deslocações para as grandes cidades são “consequência da falta de terras para cultivar e da falta de meios de subsistência”, que causam graves danos à vida na cidade que “nunca antes teve tantos habitantes como agora”. Os impactos sentem-se na quebra de produção agrícola e no aumento do consumo energético.

“Houve um desincentivo à produção agrícola, muita acentuada em Portugal, para além de uma descoordenação”. E uma conjugação de vários factores “gerou uma crise muito grave com consequências energéticas e na segurança alimentar das pessoas”.

O Pe. José Augusto Leitão pede soluções de emergência pois “as populações mais fragilizadas e mais pobres precisam de ajuda imediata”. Mas indica que as soluções a médio e longo prazo devem passar pelo incentivo à produção e no apoio aos países e populações que praticam agricultura primitiva, de modo a criar condições de desenvolvimento.

Este responsável afirma que se for possível aproveitar os excessos de produção, ou encontrar soluções energéticas através da biomassa “são preferíveis”. O sacerdote rejeita fundamentalismos. Mas indica que “não podemos é colocar uma clausula de obrigatoriedade na utilização de alimentos para produção de energia”. Esta situação vai levar as pessoas a produzir a pensar nos combustíveis e não para a segurança alimentar.

O sacerdote acompanha de perto a cimeira da FAO e sublinha a perspectiva de Bento XVI que “pede aos líderes uma imposição humana e menos económica”.

“Esta é uma situação muito grave e estamos longe de saber quando vai terminar”, alerta o sacerdote que lembra que o impacto desta crise “nos países mais pobres pode desencadear convulsões sociais”.

A Rede África-Europa Fé e Justiça foi criada em 1988 por vários institutos religiosos e missionários. Hoje engloba institutos que trabalham na África e na Europa e pretendem promover a justiça nas relações entre os dois continentes. Dispõe de um comité executivo e de um secretariado internacional com sede em Bruxelas, e de antenas nacionais em 11 países europeus, incluindo Portugal.

Na sua acção de informação e advocacia, a AEFJN inspira-se na doutrina social da Igreja católica e tem como objectivo reunir e disseminar, entre as forças sociais e políticas europeias e africanas, informação sobre os dossiers mais relevantes das relações bilaterais entre a África e a Europa. Por isso, tem-se ocupado das questões relativas ao comércio, à alimentação e à saúde, ao controle do comércio das armas e dos recursos económicos na África.

Agência Ecclesia | Nacional | Lígia Silveira| 05/06/2008 | 10:20 | 6403 Caracteres | 118 | Solidariedade

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